Liturgia Diária
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Por: -, 12/01/2018 - 15:53:04
LITURGIA: Celebrar a vida em Cristo

Ação do Povo de Deus, este é o significado primitivo da palavra liturgia. Um conjunto de palavras e gestos com os quais a Igreja “se atua a obra da nossa redenção”.

A liturgia se faz presente entre os cristãos desde as comunidades primitivas, quando se reuniam e faziam memória da morte e ressurreição do Senhor, sendo perpetuada até nossos tempos e, atendendo ao apelo do próprio Cristo de fazer isto em sua memória até a sua vinda.

Com o passar dos séculos e a luz do Espírito Santo, os ritos que fazem parte da liturgia foram sendo atualizados, sempre a luz das Sagradas Escrituras e da Sagrada Tradição e, sempre em favor de uma participação mais efetiva dos cristãos que compunham as comunidades.

A última grande reforma litúrgica ocorreu no século passado, por meio da constituição Sacrosanctum Concilium, primeira das constituições aprovadas no Concílio Ecumênico Vaticano II que, como um todo trouxe “novos ares” a Igreja.

A Sacrosanctum Concilium orienta uma transformação profunda nos ritos, trazendo a assembleia reunida o protagonismo na liturgia, dando a ela participação no ato de celebrar. Os fiéis passam de meros espectadores a partícipes do mistério que se celebra através das aclamações dos fiéis, as respostas, a salmodia, as antífonas, os cânticos, bem como as ações, gestos e atitudes (Cf. SC 30).

A liturgia celebra a vida, e celebrando a vida somos redimidos e a Cristo conduzidos. Celebrar a vida na liturgia é trazer ao culto nossa existência, nossos anseios, nossas fragilidades, nossas vitórias e derrotas, nossas dores e nosso cansaço, nossas raízes e nossa cultura…

A Igreja não deseja impor na liturgia uma rígida uniformidade para aquelas coisas que não dizem respeito à fé ou ao bem de toda a comunidade; mas respeita e procura desenvolver as qualidades e dotes de espírito das várias raças e povos. A Igreja considera com benevolência tudo o que nos seus costumes não está indissoluvelmente ligado à superstição e ao erro, e, quando possível, o conserva inalterado, e por vezes até admite-o na própria liturgia, conquanto esteja de acordo com as normas do verdadeiro e autêntico espírito litúrgico. (Cf. SC 37)

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